Ocorre na cidade de Rio das Ostras, RJ, a exposição OPOSTOS, JUSTAPOSTOS E COMPOSTOS, capitaneada pelo colega ACADÊMICO Luiz Roberto da Rocha Maia, expoente da arte naïf brasileira.
Estamos disponibilizando uma entrevista gravada com o artista e sua esposa, também pintora, onde se pode apreciar um pouco deste interessante evento que enriquece a cultura local de Rio das Ostras.
Sigam o endereço:
http://www.riodasostras.rj.gov.br/webtv/?id=3502
e assistam a esta rica entrevista em que Rocha Mais discorre sobre sua trajetória.
domingo, 23 de fevereiro de 2014
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
EXPOSIÇÃO DA ABBA NO FORTE DE COPACABANA ( 03-13 de abril 2014 )
Prezados Acadêmicos:
Saudações !
Reiteramos o convite para participação na exposição do Forte de Copacabana, que ocorrerá entre os dias 03 e 13 de abril próximos.
O prazo para adesões vai até o dia 25 de fevereiro.
O tema é livre e Militar, com ênfase nas imagens do Forte de Copacabana.
Quem estiver interessado e doar sua obra com imagens do Forte, receberá diploma do Comando em exercício.
Interessados devem contatar a colega ACADÊMICA VERA GONZALEZ pelos telefones:
21 2267 3297 e 21 98524 0972
Prezados Acadêmicos:
Saudações !
Reiteramos o convite para participação na exposição do Forte de Copacabana, que ocorrerá entre os dias 03 e 13 de abril próximos.
O prazo para adesões vai até o dia 25 de fevereiro.
O tema é livre e Militar, com ênfase nas imagens do Forte de Copacabana.
Quem estiver interessado e doar sua obra com imagens do Forte, receberá diploma do Comando em exercício.
Interessados devem contatar a colega ACADÊMICA VERA GONZALEZ pelos telefones:
21 2267 3297 e 21 98524 0972
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Texto do Academico Luiz Rocha Maia
Academias? Para que servem hoje?
“Para nada?! Mas..., depois não reclamem dos danos causados pela contracultura!”
Confunde-se o significado de Academia de letras e artes com o Academicismo, termo que designa, originalmente, o método de ensino artístico profissionalizante concebido, formalizado e ministrado pelas academias de artes criadas na Europa.
A Academia moderna, de qualquer tipo, tem a responsabilidade de congregar membros, em confraria, após serem selecionados entre os melhores, no âmbito de uma comunidade. Essas instituições podem ter muitas outras obrigações e propósitos. Muitas trabalham para ampliar suas competências, algumas de forma ridícula. Há limites, certamente, para o exercício funcional nessas Academias, embora as bases originais continuem as mesmas. O bom senso é o limitador! (http://pt.wikipedia.org/wiki/Academicismo).
A ALeART – Academia de Letras e Artes da Região dos Lagos/RJ, vem orientando assim o processo de seleção, respeitando princípios de ética e moralidade no reconhecimento dos méritos de todos que são indicados para formar o colegiado, como previsto em seu Estatuto. De maneira geral, as congêneres são pautadas por iguais princípios, merecendo total apreço.
Dentre os criativos existem os que têm mérito e possuem identidade artística reconhecida (os melhores); existem ainda os que podem ser reconhecidos, mas não possuem identidade artística (os regulares); e existem os que passam despercebidos, por não possuírem identidade artística; são comuns, sem diferencial criativo ou técnico. Acabam na “vala comum” das artes (os piores).
É verdade que muitos artistas e escritores não desejam pertencer a uma confraria. São individualistas ao extremo. Caso exista uma listagem de classes profissionais individualistas, pouco unidas e sem visão de conjunto, os artistas e os literatos disputam o primeiro lugar como egocêntricos renomados.
As Academias estão se afirmando como fórum apropriado ao encontro dos criativos (antigamente a ênfase era técnica). Nelas, os artistas acabam por manifestar suas ideias, por meio da difícil prática da unidade na diversidade. As Academias prestam um excelente serviço, por oferecer um modelo de participação coletiva sem tirar as características individuais. A Academia uniformiza e disciplina, embora não impeça o culto à personalidade dos seus membros declarados vaidosamente Imortais.
Contudo, isolados ou reunidos, não importa, os criativos constantemente estão sendo desafiados a retirar o sustento de sua própria arte. Não são eles tão ambiciosos; basta-lhes sobreviver! Contam-se nos dedo os afortunados que conseguem viver para a arte.
Os mecenas, no passado, tiveram função importante no suporte aos artistas. Hoje são raros! Entre os parceiros atuais destacam-se os marchands, os galeristas e os editores. A legislação de incentivo à cultura, aperfeiçoada, ainda é muito burocrática, sendo mais adequada aos projetos coletivos de arte.
A moderna Academia está sendo chamada a assumir importante papel, como agente de promoção cultural. Facilitadora do diálogo entre possíveis patrocinadores de projetos culturais, ela pode organizar salões de artes; exposições coletivas; e a criação de espaços culturais, públicos ou privados, bem como apoiar e valorizar talentos jovens; publicar coletâneas poéticas e catálogos de arte; realizar saraus, cursos, oficinas de criação ou técnicas, além de aconselhar na formulação de políticas públicas. Essas são algumas das ações que a Academia pode empreender, para fomentar o aparecimento de mercado de arte na sua área de atuação.
Acredita-se que serão esses, doravante, os grandes serviços que se espera obter das Academias de Letras e Artes em todo o Brasil. Sem eles a poesia perde o lirismo e o sentido; a estética se desconstrói e esvai-se, subjugadas pelo avanço da contracultura.
Por: Luiz Roberto da ROCHA MAIA – Artista Plástico Naïf; Acadêmico da ABBA-Rio e da ALeART
Administrador Pós-graduado pela FGV
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Falecimento
É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de nossa ilustríssima Acadêmica Maria da Glória Parizotto Mendonça, jornalista, artista plástica e escritora, ocorrido em 30 de dezembro de 2013.
Hoje,dia 06 de janeiro, será realizada a missa de 7º dia, às 19 horas, na Igreja
Nossa Senhora do Rosário situada na Av. Ribeiro da Costa nº 184, Leme.
Encaminhamos aos familiares nossos votos de sentimentos mais profundos nesse momento difícil para todos nós.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
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Panorama Brasil-Portugal em Movimento
IV Seminário Internacional luso-brasileiro
Identidades, Culturas Urbanas e Linguagens de Pertencimento 04 dezembro 2013 – 16 horas Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ Auditório do Instituto de Artes Rua São Francisco Xavier, 524/11.033-E. Maracanã. Rio de Janeiro. RJ. Brasil
Brasil no Mundo em Tela e Cores
Lia Thoma, nascida no Rio de Janeiro, Brasil, vive desde 1988 em Frankfurt am Main. Vem de uma família de pintores que influenciaram enormemente seu desenvolvimento artístico, mesmo quando criança, quando ela teve suas primeiras experiências com a pintura. Lia gosta de expressar seus sentimentos e percepções através de suas imagens. Viveu não só na Alemanha, mas também em Paris, Londres, Liverpool, Montreal, e Zimbábue. Sua pintura não está limitada a óleo, mas também acrílico e aquarela. Lia tem participado desde 2006 em inúmeras exposições internacionais de arte e é membro oficial da Academia Brasileira de Belas Artes
A artista brasileira nos convida a uma viagem rumo as suas telas e cores, traçando linguagens, identidades e técnicas. Ao passear por diversos países, Lia Thoma acentua ferramentas necessárias e multiplas da arte e do seu criador. A pluralidade cultural brasileira dialóga com a diversidade mundo influenciando no ritmo da técnica e do eu-artista.
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Vídeo da Posse de novos acadêmicos da Academia Brasileira de Belas Artes
Assista ao vídeo da posse dos novos acadêmicos da Academia Brasileira de Belas Artes
O acadêmico Paulo Amaral faz, em nome da Academia, a saudação aos novos acadêmicos.
SAUDAÇÃO ACADÊMICA 2013
Senhora Presidente Iracy Carise;
Senhoras e Senhores Componentes da mesa;
Colegas acadêmicos;
Queridos colegas que hoje ingressam na Academia Brasileira de Belas Artes e a quem em especial são proferidas estas breves palavras de fraterno acolhimento;
Senhoras e Senhores:
Tomei a abertura de um enigmático poema de Baudelaire para iniciar esta saudação.
Chama-se este poema “A Beleza”, e começa dizendo assim:
Eu sou bela ó mortais, como um sonho de pedra,
E meu seio, em que todos vieram buscar a dor,
É feito para inspirar ao poeta este amor
Eterno e mudo como a matéria...
O acadêmico Jorge Calfo faz o discurso de agradecimento em nome dos acadêmicos empossados.
Ilustríssima e tão querida Presidente da Academia Brasileira de Belas artes, Sra. Iracy Carisse
Ilustríssimos e agora nobres colegas Acadêmicos
Excelentíssimas Autoridades,
Queridos amigos e Familiares aqui presente,
“UMA VERDADEIRA OBRA DE ARTE É FEITA DE PURA EMOÇÃO!”
Ilustríssimos e agora nobres colegas Acadêmicos
Excelentíssimas Autoridades,
Queridos amigos e Familiares aqui presente,
“UMA VERDADEIRA OBRA DE ARTE É FEITA DE PURA EMOÇÃO!”
É assim, que cada um de nós, neo acadêmicos, chegamos até este nobre e inesquecível momento. Nossos corações entraram muito antes nessa Academia do que estes corpos físicos aqui presentes.
Tarefa difícil colocarmos em palavras a emoção que pulsa e toma conta de cada um nós, um misto de orgulho e paixão.
Não orgulho pessoal da vaidade, mas o orgulho de poder conviver com tantos artistas de grande talento, que fazem a história da arte brasileira. E a paixão... Essa paixão latente em poder contribuir de alguma forma com a história da Academia Brasileira de Belas Artes.
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